28 de junho de 2011

Lucas e Atos - uma unidade literária

 
Πράξεις των Αποστόλων


Enquanto os outros evangelhos são escritos individualmente concluídos, Lucas perfaz a primeira parte de uma obra dupla.  O Evangelho e os Atos dos Apóstolos constituem tanto formalmente quanto em termos  de conteúdo uma unidade,  sendo que ambas as partes não devem ser examinadas abstraindo-se uma da outra. Dr. Klaus-Michael Bull . Panorama do Novo Testamento, p. 34.

Atos dos Apóstolos - Estevão

Colóquio Internacional CPA IFCH

O martírio de Estevão no Cristianismo antigo: testemunho e júbilo através do sofrimento. Assista ao vídeo. Endereço da web - clique
Monica Selvatici. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Antiga e Medieval, atuando principalmente nos seguintes temas: Judaísmo e Cristianismo dentro do Império Romano e a atuação dos cristãos judaizantes nos século I e II d.C.

25 de junho de 2011

Poesia (Apocalipse)

Apocalipse
Jorge Luis Rodríguez Gutiérrez
E no décimo nono ano
do reinado de Augusto Nero,
eu estava na dispersão,
a revelação veio a mim
sobre o que vai acontecer
nos últimos dias.
E que está andando
na cidade grande
um anjo me levou
ao topo de uma montanha,
era como uma antena,
e ordenou-me, veja !
E vi a terra
subindo vapor de enxofre
eo céu estava
escurecido pela fumaça
e as pessoas começaram
a vacilar.
Eo vapor de enxofre
até o sol
eo sol fica vermelho
seres e muitos foram cegos.
Então eu queria fechar meus olhos,
mas o anjo falou,
sua voz era
como um trovão: Não feche seus olhos vão lhe dar.
E então eu vi uma cidade
e vi que ela estava dando à luz a
twenty monstros.
e quando
eles abriram suas bocas
e cada boca saía uma nuvem
E o nome dos primeiros foi AMÔNIA
eo butano segundo e benzeno
e de fenantreno e FLUORANTRENO terceiro
eo quarto Mercury
eo Sevin quinta e vanádio
eo FRUORETOS sexto
eo sétimo DOLOMITE e dodecane
eo oitavo (CA5 (PO4) 3F) - (MP)
e os FORMALDEÍDO nono
eo décimo CÁDMIO
eo ácido clorídrico a décima primeira
e décima segunda do SINTER
e do décimo CÁLCIO ÓXIDO terceiro
eo décimo quarto CARBONO TETRACLORATO
e XV de trióxido de enxofre
e XVI do TAR
eo GAS sulfeto décimo sétimo
e décimo oitavo de dióxido de azoto
e os décima nona Cycloparaffin C-7
e C-8 Cycloparaffin vigésima
Eo centro dessas nuvens
surgiu um homem
e seu peito pendurado
um monte de estrelas,
na forma de medalhas,
com uma voz forte, disse todo o poder me foi dado.
E sua respiração era pesada
partículas de chumbo.
Ele levantou a mão
desenhou uma espada
e começou a matar
os habitantes da cidade.
E virando minha cabeça
eu vi atrás de mim
era um homem.
E eu vi que sua cabeça
foi colocado um anel de metal
, como uma coroa
a choques elétricos
e suas mãos estavam furadas
e as unhas dele tinha sido rasgada
E disse Dame beber.
Mas sua voz foi abafada
pelo barulho das bocas
de vinte monstros
e suas lágrimas eram iguais
ao número de seres
que morreram sufocados pelas nuvens.
Então eu vi que o norte
vieram alguns homens
e coletando o homem
do anel de metal
perfurado suas mãos.
E eu vi estavam vestidos
com ternos verdes
e seu peito
foi escrito
EMISARY do governo.
II
E o mar é
uma grande besta surgiu
e seu cabelo era de cor dourada
e sua pele tinha um monte de bandas,
e metade das listras eram da cor de sangue.
E a sua cauda havia 51 estrelas.
E rapidamente em todo
estava em seu domínio.
Apareceu na cidade e
os sacerdotes da besta
e metade de suas roupas eram brancas
e os seus baús de leitura: O sacerdote besta.
Em seguida, eles foram chamados de
homens e mulheres
para serem profetas
e falar em nome da besta.
E os sacerdotes louvaram a besta
 e repetido dia e noite: Você é a rainha do universo , ninguém tem a tecnologia que você tem, ninguém tem o seu poder nuclear.


E em um grande altar digital
que eles ofereciam sacrifícios humanos.
E o altar estava escrito
MADE IN BABYLON.
E os profetas perambulam pelas ruas
proclamando, assim diz a besta: por
paz para todos que querem servir.
E vi o céu subir
os corpos dos mortos
e gritar bem alto para Deus:
! Justiça ... Justiça ...
queremos justiça!
E é que os olhos da besta
veio quatro pássaros,
e ele parecia uma águia.
Eo primeiro para baixo
e comeu o cérebro das crianças.
O segundo para baixo
e absorvía o sangue dos homens.
Ea terceira para baixo e roubou
a pele das mulheres
e da virgindade de meninas.
O quarto para baixo
e comia
os olhos e os intestinos
da manhã
e os pulmões e as artérias
da tarde.
E, em seguida, as aves voaram
até a cidade mega
que tem na sua entrada uma grande mulher
, cujo nome é Cidade Eterna Novo.
Entrar em uma área
de segurança máxima
cantaram louvores
na frente de um computador de grande porte
cuja memória foram registrados
todos os presentes e homenagens no planeta.
Eo refúgio de aves era branco
e verde mãos.
III
Então o vento estava calmo
e as nuvens de enxofre
apareceu quatro cavalheiros
e suas roupas
eram como pacotes de militares
e chefes eram
protegidos por bronze.
E em suas mãos
que trouxeram um copo grande
e um geral, desempenharam um trompete
e manipular um painel de
controle, disse: Este é o cálice de ácido nítrico que é derramado sobre esse território.

Eo cálice foi derramado
, e toda a vegetação foi morto
eo conteúdo do copo
transbordou rios
e do mar era como um deserto.
E então ele ouviu
a buzina de novo
e não havia outro general
com um cálice de ouro
e disse: Este é o cálice da morte.
E no copo
fumaça negra veio
por meio dele e veio uma criatura
que engoliu todo o oxigênio
eo nome da criatura era
a morte Monóxido.
e sua marca foi desolação.
IV
Então o general
que estava segurando
o copo de ácido nítrico
ordenou a seus soldados
para recarregá-lo
e depois derramou
sobre a terra.
E uma voz de trovão disse: Todo o poder me foi dado .
E aqueles que tinham vendido
o sangue dos justos
e havia enriquecido
prostituta
na porta do templo,
governado por mil anos.
V

E todo o mundo era
como um grande deserto.
VI
Depois, houve
um milhar de anos de silêncio.
E a vida foi extinta
na face da terra.
E tudo isso foi
nenhuma mulher deu à luz
ou nenhuma mulher,
nenhum animal
sem peixe
nenhum pássaro.
E por mil anos
não brotam qualquer semente.
E todo o verde
da terra foi desidratado.
E morreu todo o pólen da
fecundidade e todos os
e todas as células
pararam multiplicando.
Ele morreu por todo óvulo eo espermatozóide.
E mil anos não havia
nenhuma latência da vida.
A morte foi total.
Esse tempo foi chamado:
OS DEZ séculos de silêncio GRANDE

VII
Mas após os mil anos
de idade de um vinho novo.
E novamente começou
a brotar flores.
E as células foram revividas,
e óvulo eo espermatozóide
se uniram novamente.
e água do rio voltou
a ser fértil
e os peixes voltaram
a jogar.
E o mar era habitada
montanhas e
florestas estavam cheias de
crianças nasceram.
Ea carga geral
foi abolida para sempre.
Os nomes dos vinte nuvens
foram repetidas de pai para filho.
E quando as crianças pediram
que seus nomes significam,
os pais responderam:
Eles foram os responsáveis
​​
para a desolação
E os dez séculos
do Grande Silêncio
E as crianças
sabiam que seus nomes
devem ser evitados sempre.
VIII
E houve uma nova terra
e novo céu

Jorge Luis Rodríguez Gutiérrez
Rua do Sacramento 230
São Bernardo do Campo / SP
09735-460
Brasil

Disponível em: <http://www.claiweb.org/ribla/ribla34/apocalipsis.html>.  Acesso em: 24 jun 2011.

24 de junho de 2011

Dando a cara pra bater!

DOUTRINA DA SALVAÇÃO EM CRISTO

1 A divindade de Jesus Cristo

No Concílio de Calcedônia, em 451, ficou decidido pelos bispos católicos que Jesus Cristo possui “duas naturezas e uma pessoa”. Desta forma, a Igreja Cristã tem sustentado esta posição até os dias de hoje. Portanto, como se relacionam essas duas perspectivas: Quem é Jesus? E o que Jesus fez? Isto é, o Jesus ontológico e o Cristo funcional têm sido foco da discussão da Igreja ao longo dos séculos.
            Quando se remonta à História do Cristianismo, no início do século II, descobri-se que as principais discussões teológicas giravam em torno da pessoa de Cristo, pois os primeiros sistematizadores do Dogma de Cristo, compreenderam que era necessário salvaguardar a divindade de Jesus. Mas, se isso não acontecesse acreditavam eles, que haveria um desfalque muito grande para a Doutrina da Salvação.
Enfim, os pais da igreja, tinham a certeza de que somente Deus poderia cumprir algumas exigências recíprocas a salvação, ou seja, cumprimento da lei, sacrifício perfeito e um justo justificador de todos os homens. Entre outros, requisitos que somente Deus poderia efetuar. Assim, foi elaborada durante muito tempo, depois de longas, e longas, discussões a deidade de Cristo! De modo, que o que temos hoje, ao nosso alcance, é o resultado de uma doutrina paradoxal de difícil compreensão. 
Sendo assim, a divindade de Jesus, às vezes, é motivo de debates no campo da filosofia lógica.  Na qual muitos cristãos intelectuais têm se desdobrado para explicar seu silogismo. Visto que a própria lei não contradição ensina-nos que não se pode ser antinômica, no processo do conhecimento; levando-nos a seguinte questão, algumas verdades cristãs, p. ex., as duas naturezas de Cristo, tende-se a ser um paradoxo.
Neste caso o ideal é recorrermos aos termos, que se referem aos dois aspectos da fé cristã: fides qua creditur[1] e fides quae creditur[2], diferenciar esses duas pressuposições faz-nos retornar a uma fé simples e fideísta de forma moderada.  A fim de não basearmos nossa defesa às verdades teológicas, de modo antinômico. Entretanto, hoje a apologética esmera-se em provar essas verdades através de argumentos racionais, de evidências empíricas, de profecias cumpridas etc. Para assim, defender algumas crenças do Cristianismo que precisam ser aceitas pela fé.
Portanto, as palavras de Rocha (2007, p. 162, 163), resumem bem esta situação “[...] isso significa uma reação nuclear da teologia, que não mais se submete a experiência de fé e a mediação cultural a um discurso unívoco mantido por uma prática apologética”.
Aliás, tal pensamento tem produzido uma “teologia aguada” e deixado muitos teólogos aguados, por conta, de uma dualidade, que separa mundo ideal do mundo sensível. Assim sendo, a divindade de Cristo, ou seja, a homoousios to Patri[3] não se resume somente a uma distinção extra-mundo desvinculada do mundo sensível, onde a trama da história se desenrola. Como Melanchton mesmo afirmou Hoc est Christum cognoscere, beneficia Christi cognoscere.[4] E o próprio Karl Barth afirma que o logos[5] se identifica com ergon[6] e verbum[7] coincide com opus.[8] Notemos, que a Cristologia não tem nada haver com platonismo, estoicismo e neoplatonismo. Até mesmo, porque Deus é o Deus revelado na aliança.


2 Teorias de redenção (justificação e glorificação)

Agora iremos dissertar sobre teorias de redenção. E descobriremos que as mesmas nasceram da tentativa de alguns teólogos para explicar, como Deus perdoa o pecado dos seres humanos. Tais, teorias re-configuram Jesus, como: Aquele que é o pagamento por nossos pecados; Aquele que é o exemplo a ser seguido, nosso Salvador e Aquele que é vitorioso. Porém, a salvação se estrutura no mínimo em quatro pontos fundamentais: 1) justificação; 2) regeneração; 3) santificação e 4) glorificação. Sendo, que as duas vias principais seriam a justificação e a glorificação.
A glorificação ou a mensagem escatológica. Segundo Barth se o Cristianismo não for essencialmente escatológico, não é Cristianismo. Jesus expôs sua pregação de um eminente fim e de um novo futuro de esperança, chamando os judeus ao arrependimento – afirmando que “Convertam-se, porque o Reino do Céu está próximo” (Mt 4. 17). A fim de que seus ouvintes tomassem uma decisão, entre o Reino de Deus ou o domínio de Satanás e seus demônios. É agora, é a última hora; é uma coisa ou outra! Agora todos precisam escolher se querem o Reinado de Deus, ou, o mundo e seus bens, a decisão deve ser radical. 
Em contrapartida, é na doutrina da justificação formulada pelo apóstolo Paulo, que iremos encontrar uma exposição organizada e importantíssima para a Doutrina da Salvação. Ele trouxe de sua tradição religiosa judaica, tudo aquilo que construiu sobre a Justiça de Deus. Transitando entre o sidekot[9] Yhwh do Antigo Testamento ao dikaiosyne[10] Theou[11] do Novo Testamento. Segundo Bornkamm (2009, p. 228),

Paulo utilizou-se: do Antigo Testamento (Sl 143.2; Jó 4.17). E do judaísmo tardio: “a tua justiça e a tua bondade, ó Senhor, se revelam na tua misericórdia para aqueles que não possuem um tesouro de boas obras” (4Esd 8.36). Ou, como na regra da seita Qumran: “Se eu tropeço por causa da maldade da minha carne, ainda assim, a minha justificação em virtude da justiça de Deus durará eternamente (1QS XI).


3 Como somos salvos?

Nestas condições, podemos responder a partir de que somos Salvos? Ou, melhor, a partir de quem somos salvos? Certamente de Jesus Cristo! Mas, isso causaria um debate teológico bem atual, poderíamos até recorrer a Cristologia pluralista de John Hick.[12]
Entretanto, a resposta do homem a salvação é necessária? Não se pode negar tamanha reciprocidade. Isto, porque Deus dá a salvação e o ser humano apenas recebe. O pacote salvífico já vem pronto, e o homem somente recebe o presente. Uma ilustração pode nos ajudar:

Um homem estava andando em uma estrada, com uma mala pesadíssima nas costas. E um caminhoneiro parou ao seu lado na estrada; e disse: __ Sobe na carroceria, eu lhe dou uma carona. E o homem subiu rapidamente! Mas, quando o caminhoneiro olhou no retrovisor, o homem continuava com a mala nas costas. E o motorista parou o caminhão, e disse: __ Moço, põe a mala no assoalho, eu lhe dei a carona, por causa, do peso que está carregando nas costas.

É justamente isso que acontece com alguns cristãos. Deus efetuou toda a obra da salvação, mas ele ainda insiste em carregar o fardo pesadíssimo, com o objetivo de se salvar. Como diria Francis Schaeffer “Minha fé é simplesmente as mãos vazias com as qual aceito a dádiva de Deus”.[13]                                                                              
Antes podemos contar longas histórias sobre a tradição da Igreja Cristã, referente salvação. Lutero com seu “simul Justus et peccator”[14] e John Wesley com seu “perfeccionismo”,[15] de modo que ambos devam se complementar de forma moderada. Como nos lembra Manson (2009, p. 96),

[...] é errado considerar Cristo como um comerciante que tem aberto uma tenda em que se pode adquirir a salvação com a moeda da fé, por outro lado, é igualmente errado considerá-lo como o fundador de um sistema que produz robôs justificados de uma forma artificial.  
           
Conclui-se, que a encarnação, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo são benefícios a qual o cristão recebe para viver em novidade de vida (Rm 6. 4). É neste estado que a graça nos livra do poder do pecado, para consagração das nossas vidas a Cristo, “[...] se já morremos com Cristo, cremos que com ele viveremos” (Rm 6. 8). Segundo Manson (2009, p. 96, 97),

Paulo não prega um Deus que é meramente o ens perfectissimum ou Deus sirve natura ou o Absoluto. Prega o Deus e Pai de Jesus Cristo. Para ele, Deus é pessoal, e a religião é a religião pessoal de Deus com pessoas humanas e não a relação metafísica de alguma substância com seus infinitos modos ou algo semelhante.


Fernando de Oliveira
24 jun 2011às 18h27mim.
Pindamonhangaba-SP
fernan_resgate@hotmail.com


Bibliografia:

Rocha, Alessandro. Teologia Sistemática: no horizonte pós-moderno. 1. ed. São Paulo: Editora Vida. 2007.
Barth, Karl. Esboço de uma Dogmática. São Paulo/SP: Fonte Editorial, 2006.  
Bastos, Levy da Costa. Os caminhos da salvação. São Paulo: Fonte Editorial, 2007.
Bíblia. Português. Bíblia de Estudo Plenitude: Edição Revista e Corrigida.  Tradução por João Ferreira de Almeida. Edição SBB, 1995.
Bíblia. Português. Bíblia de Estudo Pentecostal Antigo e Novo Testamento. Tradução por João Ferreira de Almeida. Editora CPAD, 1995.   
Bornkamm, Günther. Paulo: vida e obra. Santo André/SP: Editora Academia Cristã, 2009.
Bull, Klaus-Michael. Panorama do Novo Testamento: história, contexto e teologia. São Leopoldo/RS. Sinodal/EST, 2009.
Bultann, Rudolf. Jesus Cristo e Mitologia. 3ª edição. São Paulo/SP: Fonte Editorial, 2005.
Grenz J., Stanley et. al. Dicionário de Teologia. 3ª impressão. São Paulo/SP: Editora Vida, 2002.
Manson, Tomas Walther. Cristo por Paulo. São Paulo/SP: Fonte Editorial, 2009.
MCGRATH, Alister E. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd Publicações, 2005.


[1] A fé pela qual se crê.
[2] A fé em que se crê.
[3] Mesma substância do Pai.
[4] Conhecer a Cristo é conhecer seus benefícios.
[5] Palavra.
[6] Trabalho.
[7] Verbo.
[8] Obra.
[9] Justiça.
[10] Justiça.
[11] Deus.
[12] Professor John Harwood Hick (nascido em Yorkshire, Inglaterra , 1922) é um filósofo da religião e teólogo. Na teologia filosófica, ele fez contribuições nas áreas de teodicéia, escatologia e cristologia, e na filosofia da religião que ele contribuiu para as áreas de epistemologia da religião e pluralismo religioso. Fonte: Wikipédia.
[13] Ad memoriam.
[14] Justo e ao mesmo tempo, um pecador.
[15] Perfeccionismo.